terça-feira, 23 de setembro de 2008

O país do futuro

Um texto de Clóvis Rossi " E ainda abanamos o rabo" tirado hoje do site da folha online (para quem é assinante da Folha ou UOL: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2309200803.htm) critica a crise americana, sobretudo falando a respeito da classificação dos países emergentes. Segundo o texto, o presidente Lula ficou encantado com a classificação no setor financeiro do Brasil que passou a “investiment grade”, ou seja, segundo ele o país passa a ser considerado “Sério” para investimentos e para geração de riqueza.
A conclusão é coesa quando diz que acreditar nas previsões de quem está “quebrando” é no mínimo incoerente e como disse: “Prefiro jogar búzios ou consultar cartomantes”.

Consultei o pessoal, da Folhapress, mas não obtive autorização para reproduzir o texto, pois eles o comercializam em seu site para assinantes, mas falar sobre as expectativas do país não é muito complicado se acompanharmos o contexto atual.

Considero que o texto deixa bem claro o que penso a respeito da política: Um vai e vem onde nós, o Brasil fica à mercê de políticas internacionais. Evidenciou-se que não há como prever muita coisa, pois a grande potência mundial (EUA) sofre a maior de suas crises desde a década de 30. Renato Russo entoa a altos brados desde 1990 em sua canção chamada " Duas Tribos" : "O Brasil é o país do futuro", mas será mesmo? Ainda há muita coisa para consertar nessa ex-colônia de exploração (será?) para que isso se torne realidade. A postagem de hoje não tem a pretensão de apontar o que eu acho melhor para o Brasil, mas abrir espaço para discussão. Você leitor o que pensa a respeito do assunto? Os comentários pertinentes serão divulgados terça da semana que vem com o título " Resposta dos moradores do país do futuro", não muito criativo mas funcional. Por favor, leiam e comentem!Um abraço!

3 comentários:

Marcos Forte disse...

Como dizia, ainda, o nosso poeta: "Que país é esse?". Será que seremos eternamente o país do futuro?

Acredito que estamos crescidinhos e já podemos andar com as nossas próprias pernas.

O que falta é um pouco de coragem.

Abs e parabéns pela iniciativa!

Fernando disse...



A questão é que, mais do que nunca (quase um "Nunca, na historia desse país..") o Brasil é um país do futuro.
Ouço isso a 23 anos. Tenho a impressão de que irei ouvir por tantos outros 23 anos.
Como diria nosso amigo, "Quanto tempo tem um tempo?". Quando soubermos a resposta dessa pergunta, teremos condições de dizer QUANDO será esse tão aguardado futuro.

Abraços!

Lindemberg Rocha disse...

Meu caro amigo Zé!

Peço desculpas por não postar meu recado antes, mas você sabe muito bem como é a Nossa correria! Infelizmente não pude ler a matéria do Rossi, não assino a UOL, sou proletário! Esqueceu?rsrsrs. Mas tudo bem, o debate continua!

Bom, fico feliz de saber que tratou desse tema, a política e a economia hoje são fundamentas para conseguirmos um "desenvolvimento" do país, pelo menos é o que dizem por aí! Concordo quando diz que precisamos nos preocupar com nosso mercado interno (sociedade) e toda submissão que países subdesenvolvidos tendem a praticar no cenário mundial. Mas penso um pouco diferente com relação à política exercida pelo governo Lula nessa questão, esse governo, foi o primeiro a definir distribuição de renda como ponto fundamental para o desenvolvimento do Brasil, ressalvas à política para com banqueiros. Através de programas sociais, foi possível repassar o dinheiro dos impostos para setores pobres da sociedade. Isso fez a economia aquecer, o mercado consumidor crescer, houve gerando de empregos e conseguintemente desenvolvimento social e econômico do Brasil. Então, quando classificamos o Brasil (governo) um Estado submisso aos interesses externos. Considero diferenciado o perfil da política atual por esse motivo.

Sou otimista, vejo nas pessoas mudanças significativas com relação à visão de mundo delas. Essa crise financeira mundial e importante para enxergarmos, o quanto é inescrupuloso a jogatina especulativa do Mercado Financeiro.